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Últimas opiniões enviadas

  • Philipe

    Depois de décadas de espera, Mulher Maravilha finalmente saiu do papel e enfim temos o filme de uma das personagens mais importantes das HQ’s sendo adaptado, num gênero onde só os heróis tinham maior espaço. Através das percepções de Diana, chocada com a crueldade dos humanos, lembramos que é preciso ter esperança de um mundo melhor. É um filme que vai ser importante principalmente para as meninas, que terão uma personagem feminina forte para se inspirar. Vi umas mulheres comentando que esse era o filme que elas queriam ter visto quando eram crianças. Isso evidencia o quando Hollywood sempre foi limitada.

    No entanto, a qualidade e o sucesso de Mulher Maravilha serão decisivos para abrir portas e mudar esse quadro. Ao ver o filme dirigido pela diretora Patty Jenkins, é visível em várias cenas que o olhar de uma mulher é diferente do de um homem, e até os bastidores reforçam isso, já que os executivos queriam cortar o momento em que Diana

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    entra no campo de batalha sozinha, pois questionavam: “quantas balas ela pode rebater?” e Patty respondeu: “Não se trata disso!”. Nesse caso, além dela aparecer sozinha em grande parte da cena, também não ataca ninguém,

    o que parecia absurdo para os executivos.

    É disso que o cinema precisa. De visões diferentes contadas por pessoas diferentes. A pluralidade de ideias é o caminho certo para o futuro das próximas historias a serem contadas. É um momento para se comemorar e para lembrar que o potencial feminino é muito maior do que alguns ainda ousam subestimar. Que esse filme sirva de exemplo para outras mulheres ganharem mais destaque na Marvel, DC e em outras franquias.

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  • Philipe

    É maravilhoso ver que finalmente um ator conseguiu adaptar tanto o Peter atrapalhado, como o Aranha amigão da vizinhança. Tom Holland é realmente o Homem-Aranha definitivo que a gente sempre quis. O filme foge das cenas de ação e acerta ao focar na parte juvenil, imatura, e em enfatizar os dilemas colegiais como estar apaixonado pela garota mais bonita da escola, estudar e aprender a ser um super-herói diante das mudanças do corpo advindas da adolescência, o que torna a trama mais próxima do espectador e muito diferente dos anteriores.

    O filme é também, uma prova de amor aos filmes de escola dos anos 80 de John Hughes como: Clube dos 5, Curtindo a Vida Adoidado, A Garota de Rosa Schoking, e traz aquela leveza e inocência pra história, como na cena em que ele observa, de longe, a Liz na piscina se divertindo com os amigos, querendo estar ali ou na cena em que a Tia May o ajuda a arrumar a gravata pra ele ir ao baile. Apesar de eu não ter sentido a mesma coisa que senti vendo Homem-Aranha 2, fiquei satisfeito com a nova abordagem e com o que foi explorado, e as continuações prometem ser ainda melhores.

    Obs.: Destaque pra cena do carro. Faz tempo que eu não ficava tenso em filmes de super herói. O Abutre já é o meu segundo vilão do aranha preferido, só perde pro Dr. Octopus.

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  • Philipe

    The Get Down é primorosa ao mostrar como os personagens correm atrás de seus sonhos e buscam sua identidade ao ressignificarem a dura realidade através da arte, em meio a repressão dos pais e do sistema. Além de transmitir várias lições através de frases incisivas como: “Líderes lideram, covardes se acovardam", “Você tem asas, aprenda a voar”, “Busque aqueles que alimentam sua chama”. A fidelidade da ambientação nos anos 70 é impressionante, tanto visual, como musical, evidenciando a riqueza da produção e da cultura retratada.

    Também achei interessante a abordagem da criação do Sample, tão comum na atualidade, e da apropriação cultural, discutida quando Ra-Ra diz:

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    “Não seria muita viagem prever que um dia até moleques brancos vão entrar nessa. Como eles se apoderaram do Blues, chamaram de Rock & Roll e disseram que Elvis inventou.”

    É uma série obrigatória para os amantes da arte, além de ser uma aula de história e de como as estruturas sociais são construídas na sociedade. Destaque ainda para o uso de imagens históricas reais para contextualizar e facilitar a compreensão do período. E não podemos esquecer das referências: "Da forma que vejo, cada DJ, cada MC e cada B-boy e B-girl, somos todos Jedis. E a música? É a nossa Força, ela nos une."

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