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21 years Belém - (BRA)
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estudo artes visuais. gasto todo o dinheiro do mês locando filmes, tendo dor na coluna, bebendo cerveja, pegando livros e coisas no supermercado. mais um barbudinho futil de short na frente do notebook escutando e descobrindo filmes e música.

sobre minhas arte e pah: henriquemontagne.wixsite.com/henriquemontagne
sobre querer meu corpo: http://facebook.com/henriquemfigueira

Últimas opiniões enviadas

  • henrique

    Destaque da temporada para "Urso Branco", referências totais do episódio piloto de "Where Is Everybody?" de The Twilight Zone, junto com o episódio "People Are Alike All Over". <3

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  • henrique

    Um recorte sobre a instabilidade e aceitação da condição da natureza...

    Comecemos falando de onde o filme se apresenta, dentro de uma fotografia mais fria, pálida e gélida quase um filtro de câmera antiga com o formato 4:3 e as bordas redondas, em contraste com a definição tão perfeita e clara das imagens em algumas cenas. Onde planos fechados nos fazem nos transportar ou ter a sensação de um retrato sendo lido ou analisado, ou livro. Um astral de nostalgia. Exatamente a visão que o personagem de Casey Affleck já como fantasma deve ter. Através da abertura do lençol de seus olhos. Somos convidados através das bordas a prestarmos atenção, há estarmos focados ironicamente de como as coisas não são estáveis. O fantasma do Marido teve a escolha de permanecer, de estar ao lado da esposa Rooney Mara, que parece nos transmitir uma inquietação, uma condição de mudança, de percepção de que as coisas tem que ser mudadas. E ela vai mudando... E o marido também conforme a história se desenrola..

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    Ela vai embora e deixa a casa, o "Lar", ideia de pertencimento, de segurança,
    que o marido mesmo depois de morto é a única coisa que parece pensar em ter. Um lugar para se estar, um motivo. Vem a fúria, no caso a maneira de ele se tornar sólido com o tempo e pegar coisas, assustar a família latina que se instala como novos moradores do seu "lar", até que os expulsa, daí vem outros, jovens, falando sobre uma visão mais instável e absurdista do mundo. No qual também saem da casa. No fim o seu objetivo é saber o que está escrito no papel, e quando consegue pegar, a casa é destruída. A cena do vizinho deixando o pano no qual o cobre e dizendo que "parece que eles não vem mais" é a definição daquilo que o personagem de Casey acaba ainda não entendendo, ele estava esperando a morte da família e Casey nem isso estava, pois a mulher foi viver sua vida. Daí ele se joga. E voltamos com o fantasma que assombrava a casa dos dois, quando C era vivo. Seria ele mesmo? Somos seres individuais.

    O que é mais difícil? Levar o piano até lá fora, ou deixar ele ainda na sala mesmo quebrado?

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